Em 2 minutos, descubra qual é o seu Sabotador Emocional e o que ele te custa todos os dias.
Um quiz de Thamy Danilewice — Terapeuta Integrativa.
Pergunta 1 de 5
Quando a sua semana fica puxada, o que você faz primeiro?
Pergunta 2 de 5
Quando alguém te pede algo que você não tem vontade de fazer, o que geralmente acontece?
Pergunta 3 de 5
Seu corpo dá sinais de cansaço ou estresse (dor, tensão, insônia) com frequência. O que você faz?
Pergunta 4 de 5
Você tem uma ideia ou projeto que quer muito começar. O que te trava?
Pergunta 5 de 5
No fim de um dia difícil, o que mais te esgota?
Seu sabotador emocional
A Guerreira Incansável
Você carrega tudo sozinha — e ninguém dá conta de tudo sozinha
Você parece forte o tempo todo, ignora os sinais do próprio corpo e vive em estado de alerta, pronta pra resolver o próximo problema antes mesmo de descansar do último. Isso não é força — é um sistema nervoso que nunca relaxa, gastando energia que você nem sabe que está perdendo.
O primeiro passo não é fazer mais. É aprender a soltar o controle sem sentir que tudo vai desmoronar.
Seu sabotador emocional
A Perfeccionista Paralisada
Você chama de "alto padrão" o que na verdade é medo de errar
Enquanto nada estiver perfeito, nada fica pronto — e assim você nunca sai do lugar. Não é falta de capacidade, é a crença de que só pode se mostrar quando estiver 100% certa. Spoiler: essa certeza nunca chega antes de começar.
O que te trava não é o projeto. É a crença de que errar significa que você não é suficiente.
Seu sabotador emocional
A Colecionadora de Conteúdo
Sua pasta de salvos está cheia — e a sua vida continua igual
Você consome muito, entende muito, mas aplica pouco. Estudar mais parece seguro; agir parece arriscado. E assim, aquele conteúdo que ia mudar tudo continua salvo, esperando um momento que nunca chega.
Você não precisa de mais informação. Precisa de coragem pra colocar a mão na massa com o que já sabe.
Seu sabotador emocional
A Boazinha Sem Limites
Cada "sim" que você não queria dar é um pedaço de você que ficou pra trás
Dizer não parece arriscado demais — e se decepcionar alguém? Então você diz sim, evita o conflito, e no fim do dia percebe que não sobrou nada pra você mesma. Isso não é gentileza. É um hábito aprendido de que seu valor depende de agradar.
Aprender a dizer não não é egoísmo. É o primeiro passo pra parar de se perder de vista.
Quer entender de onde vem esse padrão?
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